Acordo entre Brasil e Colômbia beneficia setor automotivo

 

 

Ao assinar na última sexta-feira, 21, em Mendoza, na Argentina, o Acordo de Complementação Econômica (ACE) entre Mercosul e Colômbia, que aprofunda as relações comerciais entre os países envolvidos, Brasil e Colômbia possibilitarão finalmente a entrada em vigor do novo acordo que beneficiará o setor automotivo. Um modelo do acordo foi firmado entre os dois países em abril deste ano, mas havia nascido em outubro de 2015 e até agora não tinha avançado.

É fato que ainda não há informações sobre quando exatamente o acordo vai vigorar, o que segundo o MDIC, será em breve. O ministério aponta que o novo acordo beneficiará as exportações brasileiras 'porque melhora as condições de acesso do Brasil ao mercado colombiano principalmente para produtos automotivos, têxteis e siderúrgicos', informa em nota. 

Além de zerar a alíquota de importação de veículos entre os dois países, o acordo prevê a concessão de 100% de preferência para veículos dos dois países, com cotas anuais crescentes, sendo 12 mil unidades para o primeiro ano, 25 mil no segundo e 50 mil veículos a partir do terceiro ano. 

'A Colômbia é um excelente mercado para os veículos fabricados no Brasil devido à proximidade geográfica. Todas as empresas instaladas no Brasil, que possui a maior indústria automotiva da América do Sul e uma das maiores do mundo, vão ser beneficiadas com o acordo com a Colômbia', afirmou o ministro do MDIC, Marcos Pereira. Ele também frisou que o novo acordo ainda proporcionará maior agilidade nas tomadas de decisão e vai colaborar para criação de um novo cenário para as relações econômicas e comerciais na região latino-americana.

 

INTERCÂMBIO COMERCIAL

Em 2016, as exportações brasileiras para a Colômbia cresceram 5,7% com relação ao ano anterior, para US$ 2,23 bilhões. No mesmo período, as importações da Colômbia diminuíram 23,7%, gerando um superávit de US$ 1,32 bilhão na balança comercial entre os países. 

Do total das exportações brasileiras, 88% foi de produtos manufaturados, com destaque para os automóveis, com 5,5% de participação, pneumáticos com 4,5%, produtos laminados de ferro e aço com 3,5%, veículos de carga com 2,7%, autopeças para veículos e tratores com 2,3% e motores para automóveis e suas autopeças, com 2,1%.

 

Fonte: Automotive Business


Categoria: Notícia

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